Quarta, 22 de novembro – Exposição dos pecados de Babilônia

Portanto, eis que vêm dias, em que castigarei as imagens de escultura da Babilônia, toda a sua terra será envergonhada. Jeremias 51:47

Assim será proclamada a mensagem do terceiro anjo. Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, o Senhor atuará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão mais qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Pessoas de fé e oração serão impelidas a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das regras da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos e rápidos progressos do poder papal, tudo será desmascarado. Por meio desses solenes avisos, o povo será comovido. Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas vão escutá-las. Com espanto, ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja caída por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade enviada do Céu. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores com a ávida pergunta – “De fato, estas coisas são assim?” –, os ministros apresentam fábulas e profetizam coisas agradáveis para acalmar-lhes os temores e silenciar a consciência despertada. Visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a mera autoridade dos seres humanos, pedindo um claro “assim diz o Senhor”, o ministério popular, de modo semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira por ser colocada em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendo de Satanás e agitará as multidões que amam o pecado, para ultrajar e perseguir os que a proclamam.

Estendendo-se a controvérsia a novos lugares e sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus, que foi pisoteada, Satanás entrará em ação. O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir a luz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seu alcance, eles tentarão evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e, nessa obra, vão unir-se romanistas e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, será invocada a lei contra os observadores dos mandamentos. Serão ameaçados com multas e prisão, e a alguns serão oferecidas posições de influência e outras recompensas e vantagens, como engodo para renunciarem à fé. Entretanto, sua perseverante resposta será: “Mostrem pela Palavra de Deus o nosso erro” (O Grande Conflito, p. 606, 607).

IJB - Atrair, Acolher, Envolver e Comprometer
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